Nao me mandes para o inferno,
Se nele ja estou.
Vivo em brasa, coracao estilhacado,
Esqualida, ferida, lascada.
Tuas palavras atingem meu peito como estaca.
Tu drenas meu sangue, minhas lagrimas..
Mas, fodam-se as palavras, de que me importam?
Se insisto em voltar, voltar, voltar...
Tambem, como nao poderia?
'E amor, ciclo vicioso,
Sofrimento de alegria...
Tuas palavras me infernizam, me fascinam...
Minha morte, minha vida.
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